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A Historia da presença
dos Portugueses no Estado da Florida desde 1502
Os primeiros
Portugueses aparecem registados no Sudeste dos Estados
Unidos em 1540 na expedição de
Hernando de Soto.
O Fidalgo
de Elvas escreve o primeiro livro acerca do Sudeste que é
publicado em 1567, sendo utilizado mais tarde pelos
Ingleses, Holandeses e outros. Continua...
Micro-Historia
da Sede da PACS
Para mais detalhes ver o
Primeiro Boletim
No verão de
1980, a primeira tentativa em organizar uma colectividade
acontece quando um grupo de Portugueses realiza em Agosto, um Picnic em
Boca Raton com uma boa presença. Esta tentativa não produziu
resultados mas alguns dos presentes participaram mais tarde
na Fundação da PACS.
O Jornal Luso-Americano de New Jersey
no seu plano de representação nas varias Comunidades dos
Estados Unidos, promoveu a sua presença em Palm Beach County
com a ajuda de Bernardo da Silva, um dos seus colaboradores.
O Sr. Bernardo juntamente com o Sr. Martirio Rainho, D.
Elvira dos Santos e outros tiveram varias reuniões neste
sentido. A
primeira reunião
publica teve lugar no dia 18 de Janeiro. Antes do fim do ano, D. Elvira contacta Manuel Mira
e convida-o a participar numa festa de fim de ano e pedindo
ajuda. Este aceitou fornecendo mesas e cadeiras e mais para
este evento. Entretanto formaram um grupo de pessoas, que
com a sua ajuda voluntaria
conseguiram organizar a
festa de fim de ano pagando tudo o
que era necessário.
A festa que teve lugar no
salão da Bader´s Bakery - oferecido gratuitamente pelos seus
proprietários José dos Santos e António Silva - foi um
sucesso, com um resultado liquido de $200 dólares.
Dá-se assim os primeiros passos para a fundação da PACS.
Finalmente no dia
1 de Fevereiro de 1981, uma reunião teve
lugar também no salão da
Bader´s Bakery
que se transformou
em Assembleia Geral com a presença de 63 pessoas. Ver lista
de paginas:
(1)
(2)
(3)
(4)
Neste mesmo dia
foram eleitos
os primeiros Corpos Gerentes da "Portuguese
Cultural Society" ou PCS. Manuel Mira foi o seu primeiro
Presidente, e Bernardo da Silva o Presidente da Assembleia
Geral.
A primeira Direção
iniciou os trabalhos necessários para legalizar esta jovem
colectividade. O nome foi alterado para "Portuguese-American
Cultural Society" e os primeiros passos foram dados para
formar a estrutura de funcionamento, ficheiro de Sócios,
etc. O primeiro
Boletim foi publicado
Os meses que se
seguiram até ao fim do ano foram um pouco acidentados,
resultado na sua maior parte por falta de comunicação entre
os novos Sócios e falta de experiencia em novas situações
para muitos. O ano passou-se e terminou com uma festa de fim
de ano e eleição dos novos Corpos Directivos para 1982.
Manuel Mira foi eleito e com a sua Direção iniciou a
campanha para uma eventual construção da Sede, que ainda era
apenas um sonho muito distante.
Para que este sonho
se tornasse uma realidade, novos contactos foram feitos com
Frank Sardinha e sua numerosa família, Jack Pereira e ainda
Brasilino Filipe. Estes juntamente com Manuel Mira
concordaram que o primeiro passo seria a compra de um
terreno. A procura foi iniciada, vários terrenos foram
visitados mas nenhum oferecia as condições necessárias.
Finalmente e sugerido por Brasilino, visitamos um terreno e
concordamos que este sim, era o ideal. Já em fins de 1982, é
feita a compra do
terreno
com
cinco
acres por $45,000 dólares. Trinta e oito Sócios emprestaram mil dólares cada e
o resto veio de festas, bifanas, caldo verde, pasteis de
bacalhau, etc.
Interessante notar
a PACS é uma das poucas colectividades que consegue comprar
o terreno para a sua Sede no segundo ano de actividade. Mais
ainda, não foi um nem dois mas sim 38 que emprestaram mil
dólares cada. Na altura isto era o equivalente de um mês de
salário. Ninguém pode acusar ninguém que a PACS foi
construída por um Sócio mas sim por 38. Todos devem-se
sentir orgulhosos.
Entre
1982 e 1985 foi limpo o terreno e foram obtidos os planos e
licenças de construção. Isto não foi fácil pois era
necessário alterar a urbanização “zoning” do terreno de
agricultura para comercial e obter uma “Special Exception”.
Este processo demorou cerca de dois anos, no qual estiveram
envolvidos os Sócios Frank Sardinha e Manuel Mira.
Colaboraram ainda outros.
O passo final
em obter a licença era obter autorização do “Fire
Department” a qual foi conseguida sob certas condições, uma
delas foi uma promessa “Affidavit” assinada pessoalmente por
Frank Sardinha e Manuel Mira. Este
“Affidavit”
consistia em abrir e manter um “Water Draft Pit”
poço/excavação para fornecer agua aos Bombeiros em caso de
incêndio e também fazer a ligação do sistema de prevenção de
incêndio “Fire Sprinklers” às bocas de incêndio depois
destas instaladas na estrada ao lado do terreno.
Continua
brevemente,,, |